Então, Tudo De Novo

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No farol um arrastão comendo solto. Em meio ao bololô um motorista esperava. Pacientemente. Quando deu de cara com um meliante terrível, a quem fez questão de explicar.

_Desculpe, mas sou fixo do Arruela. Há mais de três anos que só ele me assalta. Fica pra próxima, pode ser?

_Foi mal, Patrão. O Arruela atrasado, mas já-já taí. O senhor pode aguardar?

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Alô?!

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Ao celular, ele explicava, insistentemente.

_Não. Não é o Flávio. O celular é dele. Mas quem falando é o Alicate. Assaltante.  Isso, mesmo. Roubei ele, sim, senhor. Agorinha. Aqui perto, no Brás. Acontece que eu corri prum lado e ele saltou pro outro. Pronde foi? E como é que vou saber? Cada uma…

Assim foi. Até que estrilou.
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Ossos do Ofício

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Tudo começou como de costume. Aos berros de, Perdeu, madame! Passa tudo…

No carro, só ela. Que ali ficou. Estarrecida. Até que no limite das forças, aproximou-se lentamente da janela do fiat que dirigia. Disposta a negociar.

Acontece que quem deu para trás foi ele. O xumbregado do desinfeliz dum assaltante. Boquiaberto de susto.
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