Finou-se

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Sabe sogra-caruncho? Pois o Zé tinha uma. Que passou dessa para melhor.

Sobrou a ele cuidar das formalidades. Então, quedou-se. Esperando pelo moço da funerária que não veio. Ficou pelo caminho. O motivo ninguém soube.

Acontece que em seu lugar apareceu outro. Um exterminador. Que do enterro nada sabia. Mas entendia de insetos. E tudo sobre o seu controle em empresas e residências.

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Vai que é tua

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Dia de sol na Vila Olímpica. E na casa dos Silva, também.

Com a mãe tomando posição.

Acorda um, dois, três, põe a casa em pé e eles partem. É café, mochila, um que engasga, outro que golfa, com ela entrando na fase dos arremessos. O bloqueio cresce pra cima dela. Que mira e lança: pratos, copos, fraldas e no rebote vão as crianças. E tem barreira na porta da escola. Mas ela esquiva num lance livre e chama na responsa: é de mãe pra filho, garotinha!

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Beijinho Doce

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Só sei que a mãe saiu, deixando a menina na cozinha com o pai. Parece que iriam cozinhar. Ou algo próximo a isso, já que o paizão foi ligando a TV e gritando:

_Vamô, povo! Pra cima deles

Sobrou a ela trabalhar sozinha. Tirando tudo da geladeira. Armários. E perguntando.

_Isso vai? – pra calda de chocolate. Ovos. Fermento. Farinha. Mostarda preta. Repolho. Cebola roxa. Suco de uva. Leite. E maionese de macarrão.

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Vovó Gamers Club

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Aconteceu como todos os dias. Com a mãe saindo pra trabalhar e deixando a avó de olho no menino. Que jogando estava, jogando continuou.

Assim passaram a manhã todinha. Sem novidades. Com o moleque grudado ao console e a TV. Não fosse um piriri fora de hora, acabando de vez com toda aquela brincadeira.

_Vó, corre aqui. Joga por mim, vai? Dois minutinhos… – gemeu o garoto, barriguinha entre as mãos.

Sei não, reclamou a senhorinha, Sei não…

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